01 março 2009

Desatando nós da garganta

Como para ajustar certas expectativas, eu resolvo mudar de opinião sempre. Mas nunca encontro o ponto certo, a sintonia, não consigo equalizar a rádio tocará as músicas que eu pretendo ouvir. Meus valores estão todos distorcidos, e para não precisar explicar o que sinto, mais por não saber, simplesmente não toco no assunto. Ele fica lá - parado, intacto, intocável. Dessa forma, encerra-se tudo por debaixo da minha pele, onde eu guardo pra mim o que ninguém pode encontrar.

2 comentários:

mariana! disse...

você é tão aberta, e ao mesmo tempo, tão fechada.

hard to explain.

(i like anyway!)

fer. disse...

seria muito cliche eu dizer que voce nao existe. Ou que eu te inventaria. Mas voce apareceu na hora certa, no momento certo,usou as palavras certas e isso me admira, porque pra mim perfeição é isso. E mesmo sem voce falar, parece que eu vejo os seus amores, desamores, defeitos e qualidades. Eu acho que além de narcisista, o meu afeto por você chega a ser platonico, porque eu te imagino como uma das melhores pessoas do universo. E nao precisa ser de todo universo, do MEU universo já é o suficiente. Continuo perplexa.